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O que é Evolução Espirtual?

por Profa. Margareth Gonçalves (Devidasika)
02/11/2010

Muito se fala de evolução espiritual, tanto nos meios esotérico, místico e religioso, quanto em outras áreas de atividade humana.

Mas o que é, de fato, essa tal de evolução? O que precisamos saber, ou fazer, para evoluirmos espiritualmente? Vários de nossos colaboradores responderam essas questões, com visões diferenciadas.

Wanise Martinez

Os caminhos são muitos, mas o processo é um só.

 E depende de você mesmo.

 Em sua maioria, as teorias existentes sobre a evolução espiritual explicam que ela implica num trajeto difícil, mas precioso e repleto de aprendizado.

Ainda que todo o processo de evolução seja penoso e doloroso, o destino final é a luz da felicidade ou o autoconhecimento.

Diz-se que a evolução espiritual nos permite descobrir uma nova vida, com muito mais esclarecimento, que pode nos mostrar de que maneira podemos ser auto-suficientes, seja na vida material seja na espiritual.

 Entretanto, para recebermos esse dom é preciso que estejamos preparados.

 Ou seja, para passar por um processo evolutivo, a pessoa deve ter em mente que não vai ajudar apenas a si mesma, mas principalmente ao próximo.

Para desenvolver esse tema, conversamos com diversos estudiosos e espiritualistas para conhecer suas opiniões a respeito da tão comentada evolução espiritual.

Na visão da consultora de Feng Shui, Eleine Christy, o processo de evolução espiritual acontece “quando o ser compreende que é somente uma das infinitas peças de engrenagem, que faz parte da máquina chamada universo, e entende que sua funcionabilidade é pequena diante da grandeza da sua função para que este se movimente”.

Para Marília de Abreu, bruxa e professora de bruxaria, o que poderia ser chamado de evolução espiritual não está dissociado da evolução como um todo.

Afinal, tudo está em constante mudança e aperfeiçoamento.

 “Considero a evolução”, explica Marília, “uma lei universal inexorável.

 Tudo caminha para o aprimoramento e, mesmo os tropeços e aparentes retrocessos, também fazem parte deste caminho, que atinge tudo de forma integral.

 No indivíduo, a evolução espiritual está intimamente ligada ao desenvolvimento da consciência; consciência de si, dos níveis interiores, de si no mundo e do todo.

Esta evolução não pode ser uma evolução mental-intelectual, ou só psicoemocional, ou material, nem só espiritual; ela deve ser integral, pois não é possível atingir um nível superior na evolução sem preenchermos todas as nossas necessidade e evoluirmos de forma integral”.

“Não existe evolução súbita ou de massa”, diz Marília.

 “Cada qual contribui com seu tijolinho para a evolução da sociedade e, quando um determinado número atinge um nível superior, aquele valor é integrado.

 Mas sempre existirão pessoas em diferentes etapas e filosofias que sirvam a estas diferentes etapas.

 Na verdade, não é evolução espiritual, mas a evolução com toda a nossa bagagem na direção do espiritual, que é pleno, processo que não tem fim, de modo que não se pode dizer que tal pessoa é evoluída espiritualmente e outra não, mas que cada qual alcança o quanto pode nesta direção, e sempre se pode alcançar mais”.

O espírita José Sola diz que a evolução espiritual “é a maturação da substância.

Quando Deus nos concebe, dota-nos de seus atributos de inteligência e amor, facultando-nos com o livre-arbítrio, transformando-nos em construtores de nosso próprio destino.

 A evolução na condição de seres racionais é simplesmente a resultante de uma evolução que se manifesta como inevitável no universo e que vai ao infinito em sua manifestação na vida.

 Os efeitos desta evolução variam no tempo, pois cada momento evolutivo atende aos parâmetros da consciência, instrumento de aferição de nossas ações perante a Lei Divina, que é o pensamento de Deus, é a consciência cósmica do Criador.

Assim sendo, a evolução espiritual não está delimitada a um determinado momento; é uma constante da vida, faz-se a todo instante, conduzindo o espírito à ascensão divina que lhe está reservada”.

Na opinião do advogado e escritor espírita Francisco Aranda Gabilan, esse processo possui duas vertentes.

 “Evolução espiritual sob a ótica da individualidade”, explica, “é o conjunto infindável de ações acertadas no sentido do bem que foram adotadas em meio às soluções contrárias que se oferecem a todo instante na ordem moral.

 Mas, sob o prisma da generalidade, é a única verdadeira imposição da lei natural ou divina, já que progredir é a condição normal dos seres espirituais rumo à perfeição, pois que todos se tornarão perfeitos, ainda que relativamente”.

De acordo com a definição de outro escritor espírita, Eurípedes Kühl, evolução espiritual “é a auto-reforma, a mudança de pensamentos, idéias, atitudes, ações – sempre buscando o norte infalível de viver e conviver com o próximo, tratando-o exatamente como gostaria que ele o tratasse.

Tal mudança não acontece da noite para o dia.

 É obra dos anos, multiplicados anos.

 Acontece sim, porém, só em raríssimos casos, e assim mesmo porque apenas espíritos fortes, verdadeiramente fortes o conseguem, quando se dão conta de que percorrem descaminhos, e é com bravura indômita que fazem correção de rota vivencial”.

 Assim, ele entende que a evolução espiritual se processa com um “viver em retidão de conduta, respeito à natureza, amor incondicional ao próximo e, na medida do possível, proteção aos demais seres vivos.

Assim agindo e vivendo, quem o faça estará evoluindo espiritualmente”.

Conhecida por seu trabalho religioso em prol da união entre as pessoas, Monja Coen acredita que evolução espiritual é permitir que Buda se manifeste em sua vida.

“Buda pratica Buda.

Não é o ser comum que se torna Buda, ou iluminado, ou que evolui para um nível superior.

 É este nível superior, esta iluminação que somos, Buda, que permitimos se manifestar em nossa vida.

Corpo-mente-espírito iluminados pela prática contínua e incessante do Caminho de Buda”.

Missionária oficial da tradição Soto Shu – Zen Budismo no Brasil, Monja Coen também afirma que, se não houver prática, não haverá realização.

 “Os ensinamentos são nossos guias”, explica.

“O Darma, a Lei Verdadeira, é a nossa grande mestra, e a Sanga, a Comunidade de praticantes, é nossa família.

 Através do zazen (meditação) nós nos percebemos interconectados com toda a vida da Terra, com toda a vida do universo, com todo o multiverso. Isto é evolução espiritual. Fazer o bem a todos os seres”.

Para Helena Gerenstadt, que é pesquisadora e escritora, a questão da evolução espiritual pode ser definida de várias maneiras.

 “Na Doutrina Espírita”, diz, “é a chamada reforma íntima, muitas vezes difícil, pois não queremos ver nossos defeitos e nossos vícios, mas não há outro caminho para essa evolução.

Quando mônadas, também tivemos a nossa evolução, mas no momento do recebimento da razão, do livre-arbítrio, a evolução se torna espiritual, porque é o caminho necessário para retornar a casa, às várias moradas do pai.

 Nas lendas do Rei Arthur, quem conquista o Santo Graal é o puro de coração, Galahad.

 E como ser puro de coração se, muitas vezes, não nos conhecemos, fechamos nossa mente com uma grande fechadura, nos esquecemos da F.É. (Força Energética).

O ser humano é puro espírito, uma parte essencial de Deus, uma manifestação do infinito no mundo físico.

 Somos perfeitos, mas o nosso período na Terra é um momento dentro do grande tempo.

Quando percebemos que somos um espírito dentro de um corpo físico, que precisamos cuidar deste templo que nos abriga, que existe um mundo ao nosso entorno, inicia-se um autoconhecimento; ao abrir a fechadura de nossa mente, rompendo nossas próprias barreiras, entendendo o que pede nosso coração, assim compreendemos a nossa natureza espiritual, iniciando a confiança, a quietude e a segurança”.

Quem concorda com o conceito de existirem diversas significações para o mesmo processo é a historiadora Ana Elizabeth Cavalcanti da Costa.

 Segundo ela, a explicação para o termo “evolução espiritual” sempre terá como base as crenças religiosas de cada pessoa.

“O que é necessário para desenvolver a espiritualidade? Como ‘crescer’ espiritualmente? Cada religião, ocidental ou oriental, traça caminhos de conduta para que seus fiéis aprimorem seu espírito diante de um ser superior (Deus, Jeová, Alá etc.), e geralmente sinalizam como gratificação a conquista de algo sedutor, que será obtido apenas após a morte.

 Grande parte das crenças religiosas determina como base de crescimento espiritual o sofrimento, o sacrifício de seus fiéis, principalmente no que se refere ao aspecto material e físico da vida. Em algumas, o sofrimento do homem é justificado como carma, o que leva a pessoa a resignar-se diante de situações, pois se ela sofre é porque precisa pagar por algo que cometeu numa vida passada.

 E, dessa forma, aceitando o sofrimento, ela evoluirá espiritualmente.

Nas igrejas cristãs, geralmente as pessoas devem seguir determinadas regras, não cometer ‘pecados’ para atingir a evolução espiritual”.

E completa: “Acredito mais que somos seres espirituais vivendo experiências humanas. Espiritualidade é vida. Embora tenha sido criada na Igreja Católica, tive o privilégio de ter acesso, desde criança, a diversos outros credos e muitas informações por meio de meu pai.

Ele sempre me dizia que os caminhos eram muitos, mas que todos levavam ao Criador.

 Foi com ele que aprendi também a ter os olhos e ouvidos atentos para o que nos cerca, e a não ter nenhum tipo de preconceito.

Pensar no ser humano de forma completa é pensar além da linha, além do pensamento linear, porque o mundo espiritual não funciona dessa forma.

Existe uma estrutura no universo que devemos reconhecer para compreendermos um pouco mais sobre a vida, seus processos e a nossa própria espiritualidade.

 A evolução espiritual engloba o caminho do autoconhecimento, é uma aventura da autodescoberta, vencer seus fantasmas interiores e não temer o dia que virá.

Somente dessa forma podemos caminhar, evoluir, desenvolver nossa espiritualidade, nossa própria vida”.

A professora de filosofia e mitologia Marilu Martinelli entende que, embora a ciência tenha compreendido a vida como sistêmica há relativamente pouco tempo – evoluindo em termos de redes, fluxos e ciclos –, para as tradições espirituais esse é um processo reconhecido desde sempre.

“As escrituras sagradas de todas as culturas e religiões”, diz ela, “reconhecem todos os ciclos e sabem que eles interagem e constituem a delicada e tênue teia da vida.

A evolução da natureza e a espiritualidade caminham de mãos dadas.

 A cada volta da espiral, ao término de cada era, o planeta dá um salto de qualidade, assim como a humanidade que ele abriga.

 Penso que é chegado o momento da humanidade escolher seu futuro e cuidar da sobrevivência do planeta e da sua própria sobrevivência como espécie. Estamos atravessando um período crítico da história da Terra, e nós, humanos, que ocupamos atualmente 83% da superfície planetária, precisamos despertar para nossa responsabilidade perante nós mesmos, a vida, os ecossistemas e o cosmo.

 Como o espírito é a força criadora capaz de romper padrões e inovar apresentando novos sentidos para as coisas e estabelecendo novas ordens sociais, essa é a era do despertar da consciência espiritual.

A espiritualidade não está apenas nas religiões e, apesar de ser uma dimensão natural do potencial humano, vai além dele, pois tem como fonte original o universo.

 O ser humano é dotado de exterioridade, o corpo; interioridade, as emoções e os sentimentos; e também profundidade, o espírito.

Por isso, sua evolução está intimamente ligada à evolução da natureza e do espírito-consciência”.

Outra espiritualista que apresenta uma visão um pouco diferenciada sobre o assunto é Carmen Balhestero, fundadora da Fraternidade Pax Universal.

 Segundo ela, evolução espiritual é olhar para nossos obstáculos e defeitos sem prejulgamento, aceitando nossos limites naquele momento, sabendo que a cada dia temos o desafio de nos superar e reencontrar a totalidade do nosso ser, que reflete a grandiosidade da nossa alma.

“É agir e não falar”, explica Balhestero, “é ser exemplo e não cobrar, é não criar expectativas em relação ao comportamento dos outros e da vida, é viver um momento por vez, vivenciando integralmente a totalidade de cada instante sagrado que temos à nossa disposição, para atuarmos da forma que escolhermos diante das inúmeras possibilidades que o universo nos apresenta a cada dia, pois a cada instante temos a oportunidade de recomeçar.

 É ser verdadeiro, mostrando a nós mesmos que encontramos a nossa verdade e vivemos integralmente nossos valores.

 E que agimos de acordo com o que sentimos e pensamos, e não seguimos modismos ou energias superficiais impostas pelas escolhas dos outros.

 É aceitar e expressar a totalidade da espiritualidade que existe em cada um de nós, a cada dia, seguindo a intuição e expressando a criatividade em todas as situações.

 Quando aceitamos tudo o que nos acontece com o sentimento do mais puro amor incondicional, a cada dia atingimos mais um degrau na nossa evolução espiritual e manifestamos a felicidade e a nossa paz interna".

Por outro lado, a pesquisadora e palestrante Maísa Intelisano tenta mostrar que, na verdade, não existe uma evolução espiritual, mas sim uma evolução consciencial.

 ”O que evolui não é o espírito”, ela explica, “mas a consciência que esse espírito tem de si mesmo e do universo.

 O espírito é criatura divina e, portanto, perfeita, plena, completa.

Ele apenas não tem consciência de todos esses seus atributos, os quais lhe são revelados à medida que ele mesmo os busca entender e integrar em si mesmo.

 E a evolução consciencial é justamente aquela percepção ampliada que nos permite perceber nosso Eu superior, nossa essência, nossa inteireza e sabedoria, levando-nos, inclusive, a ‘domesticar’ nosso corpo físico.

Ou seja, fazendo com que criemos, para nós mesmos, para a nossa manifestação no planeta, corpos físicos cada vez mais sofisticados e habilitados a manifestar a essência espiritual, o ser espiritual”.


Quem partilha em parte desse conceito é Margareth Gonçalves, instrutora de yoga e diretora do Instituto de Cultura Hindu Naradeva Shala.

 “Você me pergunta ‘evolução espiritual’?”, questiona Margareth.

“Eu te respondo: se é do espírito, nada.

 O espírito não evolui, ele é imanente e eterno.

O que evolui é a expansão da consciência contida nele, que habita nosso corpo causal, mais popularmente conhecida como ‘alma’.

Essa chamada ‘expansão’ nada mais é do que ‘discernimento’.

 E esse tal de ‘discernimento’ está contido em nós  através de uma energia chamada tejas.

 Essa evolução consciencial humana se dá através de um processo gradativo de transformação da matéria e das energias da personalidade, pois a meta final da evolução neste mundo é a união do espírito com a matéria, que dará vida ao homem novo.

 É também ser feliz e nos tornar criaturas do quinto reino.

Quero dizer: nós nos tornarmos seres angélicos, que é a nossa próxima etapa evolutiva.

Então, seremos eternamente felizes, em comunhão perfeita com o universo”.

Estudioso e professor de Yoga Clássico, Cláudio Duarte afirma ser muito delicado indicar o que vem a ser evolução espiritual.

 “A priori”, diz, “isso envolve desmistificar um imenso volume de superstições, dogmas, medos e falsos valores que, ao longo de alguns milênios, se consolidaram como ‘verdades’ no planeta.

Por conta disso, os seres humanos acabaram se equivocando e, aos poucos, estão se destruindo e também danificando gravemente o planeta que os abriga, dá amor e alimenta.

 Então, como falarmos sobre ‘evolução espiritual’ – que é o 'único' e definitivo caminho que resta para os seres humanos se salvarem da perdição que eles próprios criaram –, se cada religião, cada seita, cada segmento político, entre outros, irá correndo desesperadamente divulgar suas 'verdades preconcebidas'? E mais, para falar sobre ‘evolução espiritual’, antes de tudo teríamos que tratar sobre um mínimo de ‘evolução’ da própria humanidade, no seu conjunto. E não é isso que se pode observar nos últimos milênios”.

Para Claudio Duarte, seria preciso falar sobre a evolução individual, em seus aspectos educacional, cultural, social, mental, sentimental ou conceitual.

 “E só após a ocorrência de um processo individual, mas ao mesmo tempo coletivo e em grande escala”, ele explica, “é que poderíamos voltar à evolução espiritual.

 Se realmente tudo acontece ou funciona por longos ciclos, temos de considerar que os seres humanos, neste momento, devem estar passando ou atravessando um dos seus piores.

 Mas certamente isso vai passar. Enquanto isso, a evolução espiritual espera, pois depende dessas transformações, desse processo reconstrutivo, para que realmente aconteça.

Contudo, se não houver profundas mudanças no interior e na mente dos seres humanos, em um outro sentido, em uma outra direção, então se torna desnecessário tratar sobre a mesma, já que as pessoas não estarão preparadas para a evolução espiritual”.

Ramy Arany e Ramy Shanaytá, fundadores do Instituto Xamânico KVT, explicam que, em sua visão, “a natureza de nosso potencial essencial é gestadora contínua.

 Portanto, somos seres de potencial de construção em que nossa consciência também é um potencial que necessita ser construído.

 É comum imaginarmos a evolução como uma linha reta ascendente,  direcionando-nos sempre para o alto; o ideal de evolução se torna cada vez mais distante pois, quanto mais subimos, mais alta e distante ela se torna.

 Isto ocorre por sustentarmos uma visão retilínea e racional de evolução, na qual buscamos alcançá-la de fora para dentro.

 É necessário, num primeiro momento, desconstruir esta visão quase infantil, por conta de sua imaturidade, sobre nós, sobre a natureza e sobre a própria evolução em seu amplo aspecto”.

“Em relação à evolução espiritual, este modelo retilíneo ascendente também acaba sendo nossa origem de referência, em que a evolução espiritual aparece como um modelo perfeito a ser alcançado e no qual finalmente atingiremos também a perfeição.

 Sentimos que enquanto nós, seres humanos, buscarmos a perfeição como modelo a ser atingido, mais estaremos distantes de realizarmos nossos sonhos de evolução.

É necessário amadurecer nossa visão sobre evolução e passar a evoluir verdadeiramente de dentro para fora, como fala a lei natural que nos ensina que ‘tudo começa do interno para o externo’, e ir construindo o passo a passo evolutivo”.

Profa. Margareth Gonçalves (Devidasika)

Praticante e estudiosa de Suddha Raja Yoga desde 1974, Gnana Dhatha (Sacerdotisa) da Suddha Dharma Mandalam, recebeu o título honorário em 2004 de Ashrama Acharya (Instrutora) reconhecido pelo Conselho Mundial de Yoga. Yogaterapeuta especializada em Psicologia do Yoga, também capacitada em outras técnicas como: gemoterapia, florais, reiki, cromo e laya yoga. Fundou em 1994 o Instituto de Cultura Hindu Naradeva Shala.
suddha dharma, yoga, meditação


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